segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Mapa Astral
Para entender o significado das casas:
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=2376
http://portodoceu.terra.com.br/secund-beaba.asp
Ascendente em Aquario
http://portodoceu.terra.com.br/beaba/ascendente-11.asp
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Desafio Disney TOP 5!!

#2ª POSIÇÃO: A Pequena Sereia
TOP 5 BÔNUS!!Ah meninas!! me perdoem, tiveram filmes que me esforcei para não colocar no TOP 5, mas que eu PRECISO comentar aqui... Sério!
#7ª Posição:O Rei Leão
#9ª Posição:Enrolados
#BONUS POSITION: ANASTACIA
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Do que você tem Medo?
1. Inicie, dê pequenos passos
Um medo antigo, consolidado por anos, sempre parece instransponível, mas se for atacado de forma tangencial, tende a perder essa aparente solidez e revelar-se como sempre foi: um ilusão, um mero comportamento aprendido. Imagine um homem ou mulher profundamente tímida que tem medo de convidar pessoas para sair. Um plano passo a passoincluiria cumprimentar todas as pessoas nos corredores do trabalho; aventurar-se em ambientes que não exigem comprometimento, como chats e fóruns da internet; trocar idéias com mais pessoas desconhecidas sobre assuntos triviais e, finalmente, habituar-se a conversar descontraidamente com aqueles que despertam algum interesse real. Certamente este método progressivo levaria tempo e daria trabalho, mas seria bem mais eficaz que isolar-se do mundo ou lançar-se em tentativas kamikazes, que só reforçariam a timidez. Diante de um medo inexpugnável, trace um plano generoso consigo mesmo, com progressão lenta e detalhada, tocando levemente as situações que inspiram temor, até que finalmente, consiga permanecer confortável e tranqüilo.
2. Crie um gatilho para sua motivação
Mesmo com o plano traçado, às vezes é mais fácil ficar pulando de um livro de auto-ajuda em outro que colocá-lo em prática. Dar o pontapé inicial requer energia extra, pois desafia um padrão continuamente repetido por anos. Essa energia extra se chama motivação. Pegue papel e caneta e escreva como seria sua vida sem esse medo atravancando seu caminho. Se instigar sua imaginação e for meticuloso, em 5 minutos terá um cenário muito mais rico e desejável para sua vida.Ao invés de olhar como sua vida foi até hoje com essa limitação, tenha o prazer de imaginar como ela se transformará quando o seu plano passo a passo estiver concluído. Então comece.
3. Reveja seu conceito de fracasso ou rejeição
Infelizmente, o conceito que temos de fracasso inclui desvalorização pessoal e rejeição (ou perda de respeito) de familiares e amigos. No entanto, se estudarmos a biografia de qualquer pessoa muito bem sucedida, veremos muitos becos sem saída e alguns fracassos estrondosos pelo caminho. Reza a lenda que Ford faliu duas empresas – com capital alheio – antes de colocar o primeiro calhambeque na rua.
Para se avançar e superar medos, é preciso considerar fracasso como uma coisa menos séria, um resultado até bem possível quando se assume responsabilidades e riscos, e que nos presenteia com a tão almejada experiência para tentativas futuras. Este temor infantil de falhar vem de uma visão de escassez sobre a própria vida: “se eu fracassar, nunca terei outra chance”. Uma visão de abundância, ao contrário, considera: “droga, deu tudo errado dessa vez! Onde foi que errei? Lá vamos nós de novo.”
Sempre há novas oportunidades de negócio, novas pessoas a conhecer, uma outra casa ideal, um outro carro, um outro vestibular. Uma vida cheia de tentativas e erros terá uma densidade de experiências muito maior que uma vida recolhida ao casulo do medo. E se der tudo errado de novo? Bem, até a morte, sempre haverá outra chance. Aproveite o momento presente
Sabe a propaganda do VISA: ‘por que a vida é agora’? Sugestões de marketing à parte, é a mais pura verdade.A maneira mais eficaz de enfrentar qualquer situação difícil é estar concentrado no momento presente, sem o peso psicológico do passado ou da projeção do futuro. Enfrentar o medo ancorado nos seus pensamentos passados, em coisas que deram errado,ou em fantasias sobre um futuro ideal que pode ser colocado em risco, é o modo mais rápido de perder a energia e ir a nocaute. A resposta a isso se resume em uma única palavra: FOCO.
Foque-se em seus pensamentos e sentimentos presentes, no que está diante de si agora e precisa ser realizado agora. Se traçou um plano passo a passo, use-o como suporte. Não analise exageradamente a situação, não perca tempo com especulações hipotéticas sobre o futuro.
Perceber o futuro como o resultado do momento presente dá o poder necessário para cumprir seu plano e passar por situações que antes o deixariam paralisado. No presente é que está a ação.
Renda-se.
Não, isso não significa entregar os pontos e desistir no meio do caminho.
Durante o processo de enfrentamento do medo, somos assaltados por todo tipo de sentimentos, muitos deles verdadeiros. Render-se significa aceitar esses sentimentos como legítimos enquanto parte de nossa história, sem aplicar rótulos e aplicar julgamentos. A superação do medo não vem da negação dos nossos sentimentos, mas de sua ressignificação, da mudança de referencial que intencionalmente impomos. A grande questão é: aceitar todos os sentimentos que nos bombardeiam, e mesmo assim continuar
o processo, dar um passo após o outro.
E então? Medo de começar? Apenas comece.
Texto de Adriana Rensi Psicóloga – CRP 12-03903
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Chacal - o Simbolismo
O CHACAL, ANIMAL que tem o hábito de desenterrar ossos, de forma paradoxal representava para os egípcios o deus Anúbis, justamente a divindade considerada a guardiã fiel dos túmulos e patrono do embalsamamento. Em algumas versões da lenda ele aparece como filho do deus Seth com sua esposa Néftis. Entretanto, a versão
mais comum é a de que ele é filho de Osíris, que se uniu com Néftis por tê-la confundido com sua esposa Ísis. Quando esta última deusa veio a saber do nascimento da criança começou a procurá-la. Néftis, por temor a Seth, escondeu-a logo após o parto. Guiada por cães, Ísis encontrou o recém--nascido depois de grandes e difíceis penas e encarregou-se de alimentá-lo e Anúbis se converteu em seu acompanhante e guardião. Dizia-se que estava destinado a guardar os deuses, assim como os cães guardam aos homens. No alto da página vemos o chacal envernizado, com garras de prata, que guardava a múmia de Tutankhamon (c. 1333 a 1323 a.C.). Na ilustração acima, um detalhe da dança marcial de três Anúbis na tumba do artífice Inherka, em Deir el-Medina.
REPRESENTADO POR UM CHACAL ou por um cão deitado, ou ainda pela figura de um homem com cabeça de chacal ou de cão, o deus Anúbis (Anpu em egípcio) era o embalsamador divino e um dos responsáveis pelo julgamento dos mortos no além-túmulo. No reino dos mortos, na forma de um homem com cabeça de chacal, ele era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis, cidade do Alto Egito e recebia títulos exóticos como, por exemplo, morador na câmara de embalsamamento, governador da sala do deus ou senhor das colinas do oeste.
O DEFUNTO, TRAJANDO UM VESTIDO DE LINHO, era introduzido por Anúbis no grande recinto onde o julgamento seria realizado. Saudava, então, a todos os deuses presentes. Depois, pronunciava uma longa declaração de inocência formada por frases negativas:
Não pratiquei pecados contra os homens.E assim por diante, alegando que tinha vivido sempre à altura dos padrões de conduta impostos pelos homens e pelos deuses.
Não maltratei os meus parentes.
Não obriguei ninguém a trabalhar além do que era legítimo.
Não deixei de pagar minhas dívidas.
Não insultei os deuses.
Não fui a causa dos maltratos de um senhor ao seu escravo.
Não pratiquei enganos com o peso da minha balança.
Não causei a fome de ninguém.
Não fiz ninguém chorar.
Não matei ninguém.
Não pratiquei fraudes na medição dos campos.
Não subtrai o leite da boca das crianças.

ENQUANTO O MORTO FAZIA SUA DECLARAÇÃO, Anúbis ajoelhava-se junto a uma grande balança colocada no meio do salão e ajustava o fiel com uma das mãos, ao mesmo tempo em que segurava o prato direito com a outra. O coração do finado era colocado num dos pratos e, no outro, uma pena, símbolo de Maat, a deusa verdade. O coração humano era considerado pelos egípcios a sede da consciência.
A figura acima, de um papiro do Livro dos Mortos, da XVIII dinastia, conservado no Museu de Turim, ilustra bem essa cena. Aqui podemos ver Anúbis pesando o coração de uma sacerdotisa. O órgão foi posto no prato da esquerda, enquanto que no prato da direita está uma figura que representa a verdade. No alto da balança o deus Thoth, tendo a aparência de um babuíno, anota o resultado. Também podemos ver uma mesa com oferenda de um quarto de carne.
É CLARO QUE SEMPRE HAVIA A POSSIBILIDADE, ainda que remota, do coração desmentir o seu dono e falar mal dele. Contra tal perigo foi composta a invocação que se lê no Capítulo XXX do Livro dos Mortos:
Ó meu coração, minha mãe; ó meu coração, minha mãe! Ó meu coração de minha existência sobre a terra. Nada se erga em oposição a mim no julgamento perante os senhores do tribunal; não se diga de mim nem do que eu tenho feito, "Ele praticou atos contra o justo e o verdadeiro"; nada se volte contra mim na presença do grande deus, senhor de Amentet. Homenagem a ti, ó meu coração! Homenagem a ti, ó meu coração! Homenagem a vós, ó meus rins! Homenagem a vós, ó deuses que assistis nas divinas nuvens, e sois exaltados (ou sagrados) graças aos vossos cetros! Falai [por mim] coisas justas a Rá, e fazei que eu prospere diante de Neebca. E contemplai-me, ainda que eu esteja preso à terra nas suas partes mais íntimas, consenti que eu permaneça sobre ela e não me deixeis morrer em Amentet, mas me torne uma Alma Imortal dentro dela.
ASSIM, AO SER PESADO O coração contra a verdade, verificava-se a exatidâo dos protestos de inocência do defunto. Como as negativas vinham de seus próprios lábios, ele seria julgado pelo confronto com o seu próprio coração na balança. Se este se igualasse com a verdade, tudo correria bem e o defunto seria bem-vindo no além-túmulo; caso contrário, o morto estaria cheio de pecados e, então, seria comido por um terrível monstro: Ammut, o devorador dos mortos, visto aqui em um detalhe do papiro do Livro dos Mortos do escriba Ani. Felizmente, os papiros sugerem que o morto em juízo era sempre absolvido. O tal monstro devia passar fome. A CABEÇA DO CHACAL também era personificação de Duamutef, um dos quatro filhos de Hórus. Como tal aparecia na tampa do vaso canopo que abrigava o estômago do morto. Uma delas pode ser vista abaixo. É da época raméssida, de proveniência desconhecida, confeccionada em faiança egípcia, tem 17 cm de altura por 16 cm de largura e pertence ao acervo do Museu do Louvre.
A egiptóloga Elisabeth Delange assim a descreve: A técnica sofisticada da faiança apresenta com realismo a pele preta brilhante do cão, com focinho alongado, com orelhas em pé, com uma peruca azul-marinho adornada com a fita vermelha ao redor do pescoço. Esta é a iconografia do cão selvagem que ronda os limites do deserto, o guardião do cemitério, o deus Anúbis, "Senhor-da-Necrópole". Anúbis, o patrono dos embalsamadores, é aquele que acompanha a alma do morto em sua última morada, usando uma peruca humana de mechas regulares, como nesta tampa. A assimilação se tornou clássica entre os dois cães funerários, Anúbis e Duamutef, ligados ambos à mumificação.
CADA COR ERA DOTADA de um valor simbólico — prossegue a autora —, pois o cão lobo errante do Egito raramente era preto. Esta cor escura evoca de maneira simbólica a terra arável depositada pela inundação, anunciadora da vida e da fecundidade. E pela consequência de toda gestação, por um renascimento. O betume e as resinas escuras de acácia que entravam na composição dos produtos de mumificação, serviam também como revestimento protetor dos sarcófagos, aromatizavam as estátuas dos deuses da fertilidade, e ainda podiam recobrir de forma benéfica as estátuas de culto.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Oh! Mãe Tiamat!

Das águas profundas do mundo
Trouxestes os teus Dragões
Que forjam a trama da vida
Além de nossas razões
Oh! Mãe Tiamat! Tiamat! Tiamat! (x2)
Teus ossos sustentam a terra
Tuas asas percorrem o ár
Teu ventre é abismo profundo
Tuas fogo vem nos guardar
Oh! Mãe Tiamat! Tiamat! Tiamat! (x2)
Das terras ecoam tremores
E ventos percorrem o mar
E a chama que traz a ferida
Também tem o dom de curar!
Oh! Mãe Tiamat! Tiamat! Tiamat! (x2)
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Dark Venus Persephone (Therion) - Letra e Vídeo
Together in underworld, Hades and Persephone
Daughter of Ceres, a tragic fate
It fell to your lot the day you ate
Apples from the Elysian fields
Persephone in (the) underworld
Forever in the underworld, (the) fate of Persephone
Only the summer will set you free
But you'll be forced back to your husband
When you taste the pomegranate juice
Persephone in (the) underworld
Inside the underworld
Inside the ice and winter snow
(In the) water of Cyane
Your girdle float
Underworld Venus Persephone
terça-feira, 13 de julho de 2010
Fizeram a gente acreditar...
Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
* Não tenho certeza sobre a Autoria desse texto, mas na internet ela foi atribuida à Martha Medeiros (dentre outros autores ¬¬).*











